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Reflorestamento: recuperação de áreas degradadas

reflorestamento em áreas degradadas é extremamente importante
Sabe como é feita a recuperação de matas degradadas? Descubra a importância dessa prática.

Estima-se 529 quilômetros quadrados de florestas foram desmatados na Amazônia, somente em abril de 2020. Um aumento de 171% comparado ao mesmo período de 2019, segundo dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD). Ademais, de acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, cerca de 13% do território brasileiro é vulnerável à desertificação. Por isso, o reflorestamento de áreas degradadas é fundamental para a recuperação destas florestas.

Além disso, cerca de 28% das terras do Brasil encontram-se em algum grau de degradação, segundo estudos da FAO. Isto porque a expansão urbana desordenada provoca a retirada do solo e a compactação do mesmo. Outro setor responsável pela exaustão do solo é o agropecuário. Essa prática promove a redução da matéria orgânica da terra, provocada pelo desmatamento e queimadas no campo.

O que é o reflorestamento?

O reflorestamento intencional, promovido pela ação humana, abrange o plantio e manutenção da vegetação de áreas degradadas ou destruídas. Porém, existe diferença entre o florestamento e o reflorestamento. O primeiro ocorre com o plantio de mudas em áreas em que, historicamente, nunca houve floresta. Já a segunda prática é feita em locais onde existia vegetação mas foram retiradas pelo homem.

A recuperação de áreas degradadas é feita para recuperar a funcionalidade do ambiente e do solo local. Está prática é feita com base na escolha e introdução de espécies nativas no plantio de leguminosas arbóreas e arbustivas capazes de crescer neste ambiente. A proposta destas atividades é executar o reflorestamento respeitando os habitantes locais, os espaços urbanos, reservas legais e as APPs (Áreas de Proteção Permanente).

Como é feita a recuperação de uma área degradada?

Por uma responsabilidade socio ambiental o ser humano deve recuperas as áreas que foram devastadas pela ação humana.Isto porque, é necessário integrar novamente este ambiente a paisagem natural e recuperado as funções do ecossistema original. Para isto, algumas etapas de preparo e estudo ocorrem e após esta preparação vem o reflorestamento.

1. Estudo do problema
a análise de solo é fundamental para conhecer o histórico de degradação do solo da área desmatada.

Nesta primeira etapa consiste em reconhecer o histórico de degradação do solo nesta área. Por isso, são estudadas e analisadas as características ecológicas, físicas e biológicas do local. Durante a análise do solo é fundamental medir também o tempo que aquele solo ficou exposto ao processo causador da degradação. Identificando a causa da degradação a área pode ser recuperada de forma natural ou com aplicação de técnicas mais adequadas para o local.

2. Correção de nutrientes e pH
a correção dos nutrientes e pH é fundamental na hora do preparo do solo.

A correção de nutrientes e pH da terra é de suma importância para o crescimento da vegetação natural da área degradada. Os solos brasileiros em sua maioria são considerados ácidos, isto pode ocorrer de forma natural por conta do escoamento da chuva. Porém, durante a atividade agrícola são retirados os nutrientes do solo e não são repostos. Por isso, esta etapa de correção da terra é crucial na hora do reflorestamento.

3. Escolher as espécies e tipo de plantio
Escolha de espécies que serão plantadas no reflorestamento de áreas degradadas e qual o tipo de sistema de plantio será implementado.

Com o estudo da área e a correção do solo concluídos a terceira etapa consciente em escolher as espécies que serão plantadas e qual o tipo de plantio será implementado. Durante a escolhe das mudas é importante que sejam utilizadas espécies nativas e de crescimento rápido. Não é recomendado, por exemplo, usar uma espécie endêmica da Amazônia em um processo de recuperação de uma área no Cerrado. Além disso, existem diversas técnicas de plantio como: linhas, plantio alternado e sistemas agroflorestais.

4. Monitorar o crescimento
monitoramento do crescimento das plantas durante a o início do reflorestamento de áreas degradadas.

Após o plantio das mudas é fundamental o acompanhamento periódico do crescimento destas plantas. Isto porque é necessário perceber se o sistema de plantio escolhido deu certo, quais plantas não pegaram para que haja um replantio correto. Além disso, são necessário cuidados posteriores como a roçada, o coroamento e a retirada de ervas daninhas. Deste modo o reflorestamento da área degradada será eficiente e as plantas crescerão saudáveis.

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